2007 July 27 17:34:26 BRT

Tem doido pra pra tudo! Até pra querer aprender na internet como acender um rechaud de fondue! E como sempre, esse assunto era um dos mais procurados no google pro meu site (por causa da receita de fondue de queijo que postei há algum tempo!). Eu não gosto de decepcionar o google (ou pelo menos não gosto de decepcionar o público que ele me traz), por isso vou escrever:

Como acender um rechaud de fondue

Primeira coisa a ter em mente: Esse álcool que vendem pra gente no supermercado é uma porcaria!!! Sério!!! Antigamente que era bom... a gente podia deixar as crianças correrem coma garrafa de álcool na mão pra poder ficar preocupado se elas iam se queimar ou não. Agora nem isso dá mais! Eu uso o álcool em gel, porque ele demora mais pra evaporar. O álcool líquido que vende hoje em dia é tão porco que ele perde dentro da garrafa sem nem abrir.

Bom, como sou da área de exatas, vou partir de algumas premissas que suponho verdadeiras:

  1. Você já tem o rechaud
  2. A comida (o fondue no meu caso, mas serve pra outras coisas) já deve estar pronta e você só quer acender o rechaud pra levar ela pra mesa.

Sim, meu amigo, a comida (e o fondue) são preparados no fogão, lá na cozinha! Você só traz pro rechaud quando tá na hora de rangar!

Pois bem, coloque o rechaud em posição e prepare seus palitos de fósforo. Fósforos são melhores. Isqueiro vai queimar sua mão e aqueles badulaques que fazem faisca não vão acender nem a libido de um adolescente! Treine a riscar os fósforos antes, porque pode ser difícil pra quem não tem costume. Eu por exemplo preciso riscar umas 2 ou 3 vezes antes que eles acendam!

Agora vem a mágica: derrame o álcool em gel na parte do rechaud que vai pegar fogo (ela se parece com uma panelinha de 10cm com um cabo comprido, toda de metal, na parte de cima tem um furo grande e redondo bem no meio e vários furos redondos em volta, e tem uma tampa que encaixa por cima). Derrame o álcool pelo furo grande do meio até quase transbordar!

Quando estiver quase transbordando, pare de derramar e faça a mágica: segure pela alça, que gira junto com os furos, e gire a parte de baixo do fogareiro. Os furos vão ficar paradinhos, mas a base vai girar, espalhando bem o álcool em gel lá pra dentro.

Encha de novo com álcool em gel até a beirada, gire de novo...

Umas 2 ou 3 vezes vai ser suficiente. O álcool vai ficar bem espalhadinho la dentro e vai ter bastante álcool pro fondue inteiro!

Mas ainda não acabou!

Agora vem a parte do fogo! Risque o fósforo e, sem soltá-lo enfie ele por um dos buracos menores do rechaud. (Sei que você não é burro, mas por via das dúvidas... Se o buraco estiver tampado, gire a base do rechaud ligeiramente , pra qualquer lado, de forma a destampar os buracos). Deve pegar um fogo azulado e quase invisível. Não se engane, ele é quente pra cacete!

Coloque o fogareiro agora em chamas debaixo do rechaud, na parte apropriada. Traga o fondue do fogão par ao rechaud, e divirta-se!

Frequently Asked Questions

Mas ti-ô, e se o fogo apagar?

Se o fogo apagar, acenda de novo. Se não acender, pode ser que o álcool acabou! repita todo o procedimento desde o início, mas tomando cuidado pois:

  1. O fogareiro estará quente, e
  2. se você demorar demais o fondue endurece!

Ti-ô, o fondue tá queimando, esse fogo não tá quente demais?

Tá sim! Pra abaixar o fogo gire a parte com os furos de forma a tampá-los um pouquinho. Mas tome cuidado, se você tampar demais o fogo apaga. Claro que isso varia de rechaud pra rechaud e de álcool pra álcool, então não dá pra dizer qual o tanto exato que tem de tampar. Em alguns casos vai ter de tampar tudo, e ainda assim vai continuar queimando. Nesse caso, você pode usar a tampinha do fogareiro (uma outra panelinha que magicamente encaixa em cima do fogareiro, só que de cabeça pra baixo) pra fechar um pouco da parte redonda grande também. CUIDADO, o risco de apagar o fogo nessa situação é grande. Pratique em casa antes de mostrar esse tipo de habilidade para seus amigos!

Ti-ô, já acabei, vem me limpar?

Não! Não limpo bunda de marmanjo! Se você acabou de comer, use a tampinha descrita no item anterior para apagar o rechaud! NÃO SOPRE, isso pode fazer o álcool derramar e foder a bicicleta como se diz por aqui! Use a tampinha sempre! Espere esfriar e só depois escorra o resto do álcool fora.

Pode deixar guardado bem tampadinho com o álcool dentro, mas lembre de deixar longe de coisas que emitam faiscas, chamas ou calor intenso.

Por hoje é só

Mas se você tiver ainda alguma dúvida, deixe um comentário no meu blog que eu arrespondo ou acrescento porraqui!

--girino 17:36, 27 Julho 2007 (BRT)

2007 July 19 13:54:45 BRT

Putz, cortaram tanto a reportagem que ela nem apareceu 🙁 Só apareceu o adestrador com o ajudante dele 🙁
--girino 13:55, 19 Julho 2007 (BRT)

Update

Apareceu sim, quando entrevistaram o adestrador ela estava no colo dele. Mas não apareceu fazendo truques, nem nada. Só no colo mesmo. Não consegui gravar lá em casa, mas o adestrador falou que deve conseguir o vídeo la na rede record. Se ele conseguir eu posto aqui.

--girino 15:00, 19 Julho 2007 (BRT)

2007 July 19 10:44:18 BRT

Lilica na TV

Ainda não é oficial, masss....

O adestrador da Lilica acabou de passar aqui em casa pra pegar ela e levar na Rede Record. Ele vai dar uma entrevista e apresentar o trabalho dele, como a Lilica é aluna "avançada" ele quis que ela apresentasse.

Tendo mais notícias sobre data e programa onde ela vai parecer eu posto aqui!

--girino 10:46, 19 Julho 2007 (BRT)

2007 July 16 12:07:53 BRT

História surreal

Ou do mendigo que catava lixo e falava francês, inglês, espanhol e se dizia índio Pataxó...

Putz, aconteceu logo agora uma coisa altamente surreal! Não sei se tou impressionado ou apenas rindo da situação...

A estória começa com o tradicional e religioso passeio com o cachorro, que hoje por motivos que só Deus sabe, começou mais tarde[1]. Passei ali pela comercial da 208[2] e tinha um mendigo fuçando naquelas lixeiras grandonas (igual se vê em filme de roliude) que ficam na esquina das comerciais. Ele pegava os pães velhos e jogava pras pombas, e alguma coisa que ele encarava ele guardava numa caixa de papelão que ele tava carregando. Quer dizer, isso foi dedução minha do que vi de relance em alguns microsegundos. Meu "condicionamento de classe-média brasileira" me faz ignorar as cenas desse tipo em poucos microsegundos,então não dá muito pra ter certeza do que vi.

Passei direto, atravessei e continuei andando.

Só que lá na frente eu cruzei com um vendedor de picolé, desses de carrinho de "isopor" que vende picolé feito com agua de torneira e gordura hidrogenada, mas que são bons pra daná e dão caganeira! Pois é... Cruzei com um vendedor desses e resolvi comprar um picolé de leite condensado[3]. Nessa, a Lilica que tava solta saiu pra "explorar" o gramado na frente do prédio que eu tava passando.

Aí, de repente não mais que de repente, surge do nada (ou melhor, sai da zona de consciência do "condicionamento de classe-média brasileira") o tal mendigo que falei antes. E pergunta:

  • É misturado com yorkshire?

No que eu percebo um ligeiro sotaque, de início achei que era hispanofônico. Eu respondo:

  • Não, é um West Terrier! (Sim, quando o "encanto" do "condicionamento de classe-média brasileira" é quebrado eu me torno bastante amigável com as pessoas invisíveis).

E a conversa envereda para a raça do cachorro:

  • A raça vem da inglaterra?
  • Não, é escocesa...
  • Você conhece a escócia? Conhece Glasgow?
  • Não, nunca fui lá não, na verdade só a raça dela é que é escocesa, ela é nascida no Brasil mesmo...
  • Sabe que língua fala na escócia?

A essas alturas já tinha sacado que o cara "não era qualquer um". Alguma coisa sobre a escócia ele sabia! Então resolvi botar as manguinhas de fora:

  • Bom, eles falam inglês e gaélico!
  • Gaélico? Oh, você abrasileirou gaelic, em inglês se diz gaelic. Você sabe inglês?

E emendando logo na seqüência:

  • Do you speak English?

No que a conversa começou a ser feita em inglês! (Nada estranho pra mim, a coisa já estava surreal quando ele mostrou o que conhecia da escócia...)
Onde eu tinha aprendido meu inglês? Em Nova Iorque, e também no Canadá. Canadá? Você fala francês?
E enveredou agora pro francês como língua! Impressionatemente ele não tinha sotaque no francês! Apesar de ser um sotaque mais do sul da frança (sem as vogais abertas, por isso não identifiquei o local exato) dava pra perceber que ou ele era MUITO bom (o inglês dele era excelente) ou falava francês nativamente.

Além do que, ele mostrou que sabia bastante sobre a geografia da França! Strasbourg, Lille, Marseille, regiões em torno de paris. De vez em quando trocávamos a língua, de acordo com o assunto, mas o francês acabava sempre sendo o "idioma oficial", a Língua Franca da nossa comunicação. Conhecia até o argot, que é a "giria" francesa[4], e tentou falar comigo em argot, mas eu não tinha as habilidades necessárias pra tanto.

Por fim, acho que tentou me impressionar ou assustar, soltou a última deixa:

  • Eu sou índio Pataxó, de uma tribo de sergipe. Meu cacique era aquele que vocês queimaram aqui em 1996, num ponto de ônibus.

Imaginei que fosse mentira, porque ele não falou o nome do cacique! Todo mundo sabe que ele se chamava "Galdino". Mas deixei continuar[5]:

  • E como você aprendeu tantas línguas?
  • Você sabe que Sergipe é o segundo estado com maior produção de petróleo no Brasil, né? Pois eu trabalhava como mergulhador numa plataforma de petróleo, e muitos dos engenheiros e técnicos eram franceses, ingleses, americanos e suecos. Eu aprendia a língua deles pra me comunicar.

E ainda lançou:

  • E agora quem são os gringos? Vocês que chegaram aqui com Cabral ou nós cujos antepassados estão aqui a séculos antes dessa baboseira toda?

Não sei se ele percebeu que eu estava desconfiando da estória dele, se ele tinha mesmo de ir embora, se ele resolveu se livrar de mim porque eu já tinha perdido a graça, mas o diálogo durou mais uns poucos minutos e logo ele se despediu:

  • Tchau, e desculpe pela aparência!

Fiquei encucado? Claro! O cara tinha barba, não podia ser índio! Era um senhor de uns 50 a 60 anos, branco mas com a pele corada pelo sol, 1,70m. A barba dele se parecia bastante com a do meu pai. Alias, meu pai quando vivo poderia se passar por um mendigo se quisesse. Sempre de chinelo de dedo, camisa de botão meio aberta, mostrando a barriga, calça de pano já velha e surrada. Pode ser um Hippie velho, ou um comunista, ou um mendigo por ideologia, quem sabe? Que resolveu "testar" um jovem que ele encontrou na rua, se passando por mendigo. Ou que se diverte impressionando as pessoas. Achei até interessante ele me lembrar meu pai 🙂

Quando a situação surreal terminou, não sabia muito o que pensar! Alias, ainda não sei o que pensar! Devo concluir alguma coisa? Considerar como mais uma cena pitoresca do cerrado candango? Devo acreditar ou fingir acreditar que era um índio? um louco? um mendigo por opção? Um Hippie velho e sujo?

Ou é só uma estória pra eu registrar, e contar pros netos quando e se eu os tiver?

Não sei. Acho que nunca vou saber!

Notas

  1. ? i.e. eu dormi demais...
  2. ? Pra quem não conhece Brasília, endereço aqui é ao contrário. Você descobre a Rua pelo número e o prédio pelo nome dele :P!
  3. ? Alias, a Kibom lançou agora um picolé de leite condensado que só não é tão bom quanto esses de marca vagabunda porque é mais caro (R$1,00 contra R$0,80 do vagabundo) e menor.
  4. ? Na verdade os franceses são tão formais que eles tem uma gíria "padrão" que esse argot! Mais como se fosse um dialeto do que gíria mesmo!
  5. ? N.T. o diálogo a seguir se deu em francês e não está totalmente fiel a realidade por falta de memória fotográfica da minha parte, mas o contexto e o sentido foram mantidos na medida em que minha memória não me pregou peças.

--girino 14:06, 16 Julho 2007 (BRT)

2007 July 15 11:01:09 BRT

Arquivos grandes, DVD e linux

Resolvi aposentar meu antigo "servidor" aqui de casa. Era meu micrinho velho que ficava ligado 24h por dia rodando meu site, baixando meus torrents etc. Só que agora eu tenho um site só meu (esse, duh) e não preciso mais de um servidor em casa. Resultado? Aposentei ele.

Só que pra aposentar eu tinha de backupear as porcarias todas! Não tive a menor dúvida, gerei uma imagem do HD (era de 10Gb só) e compactei ela. Deu menos de 4Gb compactado!!! É só gravar em DVD. Aí é que o bicho pegou!

No meu bom e velho Ubuntu, fui em "Places"->"CD/DVD Creator", arrastei os arquivos pra lá, coloquei o DVD virgem no drive, cliquei em "Burn", e em menos de 30 segundos o bichinho me avisa que tava gravado!

  • O quê? Tá maluco?

Fui conferir, e o DVD tava vazio! ARGH! perdi um DVD atoa! E nem mensagem de erro nem nada! Foda!!!!

Fiz dúzias de testes, tentando gerar ISO, olhando o resultado... Sempre vazio. Baixei outro gravador de DVD, um tal de GnomeBaker, e esse pelo menos tinha a decência de não me deixar incluir o arquivo que eu queria. Gerei ISOs com arquivos menores e ia tudo numa boa, com o meu arquivão, nada!

Aí bateu uma luz: será que tem limite de tamanho de arquivo no DVD? Por isso que os filmes vem sempre quebradinhos em arquivos menores, um por "capítulo"? Não tive dúvidas:

split -b 500m backup.bz2 backupbz.

Agora com meus 8 arquivinhos de 500 mega, gerei o ISO, e ... tcharam!!! Tudinho dentro do iso!
Foi só clicar com o botão direito, "open with CD/DVD Creator..." e sair pro abraço!!!

--GirinoVey 11:14, 15 Julho 2007 (BRT)

2007 July 13 15:19:37 BRT

Mais causos

Cansado de ver a Lady boiar nos meus artigos técnicos, resolvi contar uns causos... Só pra variar...

Tia Carmem

Não lembro direito quando foi (eu nem era vivo, eu sei, mas já me disseram as datas aproximadas e eu já me esqueci) que os eventos desse causo aconteceram. Mas sei que foi a muito, muito tempo atrás, numa BH não muito distante.

Tia Carmem era tia da minha mãe. Foi a última dos irmãos da minha avó a falecer, e também a que eu tive mais contato. A outra tia avó que tive algum contato foi a Tia Dulce, mas ela morreu quando eu ainda era criança. Além do que, os causos da tia Carmem sempre foram mais engraçados.

Ela foi uma das primeiras mulheres de BH a ter carteira de motorista (alguns dizem que foi a segunda mulher a tirar carteira em Minas, mas não sei confirmar isso). Quando voltava pra casa, ali na Rua Chumbo (hoje Rua Estêvão Pinto), na serra, as mães já tiravam as crianças da rua uns 15 minutos antes:

  • Crianças, venham pra casa porque está na hora do automóvel da dona Carmem passar.

Não que ela fosse má motorista, pelo contrário! É que "carro" por si só era uma coisa rara, e as mães morriam de medo de uma criança ser atropelada por aquelas coisas estranhas.

O causo mais antigo que tenho notícia da Tia Carmem era que ela tinha subido a escadaria da Igreja São José num Fordinho (aqueles Fords modelo T antigos, sabem?). Esse caso sempre rodou pela família toda, e ninguém nunca conseguia confirmar. Era verdade? Tinha quem dissesse que que saiu reportagem sobre o feito no Estado de Minas. Mas ninguém sabia ao certo.

Mas tinham outros casos. Minha avó (e minha Tia Patrícia depois) gostavam de contar que num dia de chuva (e na época nao existia TV, quem dirá internet, e quiçá nem mesmo tinham rádio em casa), entediados e sentados todos na sala, conversando, Tia Carmem resolveu arrumar diversão:

  • Faço uma aposta: consigo abrir o portão de casa sem sair do carro, igual fazemos para abrir porteira quando estamos montados a cavalo.

(Pra quem nunca foi na roça, animais urbanos que somos hoje, a gente leva o cavalo até o lado da porteira fechada, puxa a "maçaneta" ou seja lá como chama aquela fechadura de porteira e segurando a porteira vai dando ré com o cavalo. Em geral as porteiras são inclinadas, então basta passar da porteira depois de aberta que ela se fecha sozinha).

Pois entraram todos no carro, Tia Carmem no volante, os irmãos atrás e meu bisavô no banco do passageiro. Foram pra rua e fecharam o portão. E Tia Carmem manobrava o carro, chegava do lado do portão, tentava achar a posição certa, mas na hora H não conseguia segurar o portão e tinha de tentar de novo.

Tentou por uns 15 minutos ou meia hora, quando o vizinho veio a janela e viu a cena. Comovido, calçou as galochas, a capa de chuva e de guarda chuva em riste, veio até o carro:

  • Dr. Estevão, o Senhor saiu sem guarda chuvas, não foi? Não precisa se preocupar, eu abro pro senhor o portão.

Com vergonha de dizer que era só uma aposta, ainda mais depois de o vizinho ter se prontificado a ajudar, voltaram todos pro tédio da sala de casa, sem TV, sem Rádio ou internet. E principalmente sem saber se a Tia Carmem conseguia ou não abrir o portão.

Muito tempo depois estávamos no Lote [1], e a Tia Carmem também estava lá. Ela ia sempre ao Lote, e as vezes alguns netos dela também iam. Criamos todos coragem e resolvemos perguntar:

  • Tia Carmem, é verdade que você subiu a escadaria da Igreja São José de fordinho?

Indignada, ela respondeu:

  • Que mentira, nunca subi as escadarias da Igreja São José! Só desci!

--girino 15:49, 13 Julho 2007 (BRT)

Notas

  1. ? O Lote é um lugar etéreo num dos condomínios de nova lima, próximo ao Clube Campestre de Belo Horizonte, onde a família se reúne aos domingos. Originalmente era só um lote vago, comprado por meu avô, onde ele ia cuidar das plantas. Com o tempo as plantas cresceram e brotou uma casa, uma garagem e outra coisas do gênero, ninguém sabe de onde. O Lote continuou sendo o nome desse lugar etéreo, que pra quem via de fora era uma mera casa de campo, mas pra família ia ser sempre O Lote.

2007 July 12 16:33:27 BRT

Dicas de Javascript

Acabei de escrever o artigo O que aprendi em javascript, com as dicas do que eu tive de aprender para implementar os fractais que eu queria em javascript. Basicamente são 4 dicas:

  • Como desenhar em javascript.
  • Como simular multitarefa em javascript.
  • Como implementar classes e objetos em javascript.
  • Como usar a multitarefa simulada dentro dos objetos.

Resolvi deixar registrado só porque mais alguém no universo pode precisar. Aí o são google indexa e cacheia, e no final alguém que precisa acaba achando!

--GirinoVey 16:36, 12 Julho 2007 (BRT)