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	<title>girino.org &#187; música</title>
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	<description>Blog do girino</description>
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		<title>Back from outer space&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 03:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Girino Vey</dc:creator>
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		<category><![CDATA[i will survive]]></category>
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		<description><![CDATA[No início eu tive medo, fiquei petrificado. Achava que eu nunca viveria sem você do meu lado. Mas foram tantas noites em claro lembrando quanto mal você me fez que eu ganhei forças, aprendi a me virar. Então você me aparece, saido do espaço sideral. E eu dou de frente com você com esse seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-top: 1em;"><object width="240" height="200"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ybXrrTX3LuI&amp;rel=0&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0&amp;border=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ybXrrTX3LuI&amp;rel=0&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="240" height="200"></object></div>
<p> No início eu tive medo, fiquei petrificado. Achava que eu nunca viveria sem você do meu lado. Mas foram tantas noites em claro lembrando quanto mal você me fez que eu ganhei forças, aprendi a me virar. Então você me aparece, saido do espaço sideral. E eu dou de frente com você com esse seu jeito de mau. Eu devia ter trocado a porra da fechadura! Eu teria tomado suas chaves se eu soubesse por um segundo sequer que você voltaria pra me incomodar!</p>
<p>Então vai embora, saia daqui, dê meia volta porque você não é mais bem-vindo. Não foi você que tentou me derrubar com um adeus? E achou que eu desabaria? Achou que eu definharia e morreria?</p>
<p>Mas não, eu não. Eu vou viver! Enquanto eu souber amar eu sei que eu estou vivo. Eu tenho toda uma vida pela frente, tenho muito amor pra dar, eu vou viver! Eu vou viver!</p>
<p>Precisei de todas as minhas forças só pra não desabar, e eu ainda estou tentando colar os pedaços daquele coração quebrado. E eu gastei tantas noites sentido pena de mim mesmo, e eu chorei, mas mantive a cabeça erguida. Aí você me vê com outra pessoa, e eu já não sou mais aquela coisinha ingênua apaixonada por você. Então você resolve aparecer na esperança de eu estar livre? Só que agora eu guardo meu amor pra alguém que vá me amar.</p>
<p>Então vai embora, saia daqui, dê meia volta porque você não é mais bem-vindo. Não foi você que tentou me derrubar com um adeus? E achou que eu desabaria? Achou que eu definharia e morreria?</p>
<p>I will survive!</p>
<p>A tradução ficou péssima, mas eu adoro essa música!</p>
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		<title>Mando chamar a mãe-d&#8217;água  pra me contar as histórias que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar.</title>
		<link>http://blog.girino.org/2008/07/15/mando-chamar-a-mae-dagua-pra-me-contar-as-historias-que-no-tempo-de-eu-menino-rosa-vinha-me-contar/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 03:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Girino Vey</dc:creator>
				<category><![CDATA[animais]]></category>
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		<description><![CDATA[Ou pra cantar essa música, que eu ouvia, e ouvia, e adorava, e agora, depois de velho, que entendo que não é só uma sonoridade e poesia, adoro ainda mais: No porto de Amsterdã Os marinheiros cantam Sonhos que os assombram Ao largo de Amsterdã. No porto de Amsterdã Os marinheiros dormem Junto com os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ou pra cantar essa música, que eu ouvia, e ouvia, e adorava, e agora, depois de velho, que entendo que não é só uma sonoridade e poesia, adoro ainda mais:</p>
<p><img class="alignright" style="float: right; margin-left: 3px; margin-right: 3px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2362/2580437900_e4e53e1321_m.jpg" alt="" width="240" height="184" />No porto de Amsterdã<br />
Os marinheiros cantam<br />
Sonhos que os assombram<br />
Ao largo de Amsterdã.<br />
No porto de Amsterdã<br />
Os marinheiros dormem<br />
Junto com os estandartes<br />
Ao longo das margens mortas<br />
No porto de Amsterdã<br />
Os marinheiros morrem<br />
Cheios de porre e de dramas<br />
Aos primeiros sinais<br />
Mas no porto de Amsterdã<br />
Os marinheiros nascem<br />
Naquele calor espesso<br />
De apatia oceânia</p>
<p>No porto de Amsterdã<br />
Os marinheiros comem<br />
Nas toalhas tão brancas<br />
Onde o peixe escorre<br />
E eles mostram os dentes<br />
Pra morder a fortuna<br />
Pra esconder a Lua<br />
Pra roer os cordames<br />
E o fedor de morua<br />
Chega em meio às fritas<br />
Que os seus dedos convidam<br />
A chegarem mais<br />
Depois se levantam à rir<br />
Quase como um trovão<br />
Fechando a Braguilha<br />
E arrotando então</p>
<p><img class="alignright" style="float: right;" src="http://www.framemuseums.org/images/photos/1004/img_1149845225432.jpg" alt="" width="240" />No porto de Amsterdã<br />
Os marinheiros dançam<br />
Esfregando a pança<br />
Na pança das damas<br />
E eles giram, e dançam<br />
Como astros escarrados<br />
Ao som arregaçado<br />
De um acordeão ranço<br />
E eles torcem a nuca<br />
Pra se ouvirem rir<br />
Até que, de repente<br />
O acordeão chega ao fim<br />
Então de jeito sério<br />
Então de olhar firme<br />
Eles trazem suas batavas<br />
Pr&#8217;onde a luz lhes sorri</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/redking/478118954/" target="_blank"><img class="alignright" style="float: right;" src="http://farm1.static.flickr.com/230/478118954_0473e60ad8_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>No porto de Amsterdã<br />
Os marinheiros bebem<br />
E bebem e re-bebem<br />
e bebem ainda mais<br />
Eles bebem à saúde<br />
Das piranhas de Amsterdã<br />
De Hamburgo ou além<br />
Enfim, bebem às damas<br />
Que lhes dão seus corpos firmes<br />
Que lhes entregam suas virtudes<br />
Por uma prata ou um ouro<br />
E quando beberam demais<br />
Se enfiam de nariz no céu<br />
Se assoam nas estrelas<br />
E mijam como eu choro<br />
Nas mulheres infiéis<br />
No porto de Amsterdã<br />
Dans le port d&#8217;Amsterdam.<sup><small><a href="#note1">1</a></small></sup></p>
<div id="footnotes" class="footnotes-div"><span class="footnotes-title">notas:</span><ol class="footnotes-ol"><li><a name="note1"></a>Tradução livre da música &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amsterdam (Jacques Brel song)" target="_blank">Amsterdam</a>&#8220;, sucesso de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jacques Brel" target="_blank">Jacques Brel</a> na década de 1960</li></ol></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.girino.org/2008/07/15/mando-chamar-a-mae-dagua-pra-me-contar-as-historias-que-no-tempo-de-eu-menino-rosa-vinha-me-contar/feed/</wfw:commentRss>
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