Nova Habitante aqui de casa (e do blog)

August 30, 2009 by Girino Vey · 2 Comments
Filed under: Lótus, animais, girinadas, lilica, tomtom 

Como todos sabem, um girino sem um cão é como um peixe sem bicicleta1! Então depois de matutar muito (i.e. eu sempre quis isso, mas nunca tive coragem de dizer  em voz alta) decidi que meu novo cão seria um Scottish Terrier. A idéia era ao mesmo tempo ter um cão com temperamento similar ao do westie (and hence, da Lilica), sem ao mesmo tempo lembrar ela demais. O scottish, tirando quando é branco, é preto (ou brindle, mas vá lá, semi-preto)! Além da vantagem evidente no sistema de cotas raciais (sim, foi uma péssima piada racista)2, não corro o risco de olhar pra ela e ver a outra.

De repente aconteceu! No início do mês, descobrimos uma ninhada que já estava com quase 2 meses e ainda tinha uma filhotinha à venda! Corri atrás, telefonei, negociei, fui visitar e, ontem, finalmente trouxe pra casa esse bebezinho lindo que é a Lótus:

Lótus ainda com cara de perdida

Lótus ainda com cara de perdida

Por enquanto, no segundo dia de Lótus em casa, a coisa vai bem: ela faz xixi na cozinha e cocô no banheiro (no social, o dela ela nem tocou). Tem comido direito, brinca super bem com a Anita e só chorou de noite quando fez xixi, pra me chamar pra limpar (ô vida de pai, daqui a pouco é o tomás gritando: “Paiê, acabei, vem me limpar!”). Alias, o Tomtom também gostou dela! Pegou o focinho dela e tentou por na boca! Ela, claro, mais rápida que ele, escapou rapidinho e começou a lamber os pézinhos dele e puxar as roupinhas. Como estava migrando meus antigos álbuns de fotos do GPA, que parou de funcionar por excesso de velhice (usa bibliotecas perl que não vem mais na instalação default do meu provedor e que fiquei com preguiça de solicitar) pra uma plataforma nova, aproveitei e criei um álbum de fotos novo pra ela.

Se preparem! A Lótus agora vai ser nova habitante aqui de casa e novo instrumento de tortura dos leitores (minha mãe e aquele cara que eu pago pra ler e comentar) desse blog!

notas:
  1. tentei achar o autor dessa frase, aparentemente era “A Woman without a man is like a fish without a bicycle“, atribuída à feminista americana Gloria Steinem, mas derivada de um “grafiti” novaiorquino (fonte)
  2. Depois comento se essa técnica de aumentar a visibilidade do blog funcionou!
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Tomtom

April 15, 2009 by Girino Vey · 2 Comments
Filed under: animais, esquisitices, girinadas, nerdices, news 

Nasceu neste domingo 12/04/2009, às 4:16h da madrugada o tomtom. Como bom filho de nerd, já nasceu com um LOLCat próprio (baseado em idéia do kentaro).

Obrigado a todos que ligaram, escreveram, twittaram e orkutaram, não necessáriamente nessa mesma ordem… Ou não…

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twilight, ubuntu-eee e clotilde!

March 15, 2009 by Girino Vey · 2 Comments
Filed under: animais, artes, girinadas, nerdices, resenhas 

Primeiro, graças a Lila, que alguns aqui conhecem, consegui o “O destino se chama Clotilde“. Chegou ontem, e eu já comecei a ler. Eu lembrava de muita coisa, mas o que mata são realmente os detalhes: hilários, sempre! Valeu mesmo a pena “caçar” de novo o livro depois de tantos anos. Se tiver paciência, posto uma resenha depois de (re)ler.

Segundo, comprei um cartão SDHC de 8Gb pra instalar outros SO’s no meu eee pc. Tentei agora o ubuntu-eee. Legal, mas dois detalhes fodem com tudo: Ele exige muito mais processamento do eee (o micro fica quente enquanto eu uso, o que nao acontece no xandros) e o tempo de boot é ABSURDAMENTE maior. Pelas minhas contas, 6 vezes maior já que de 20 segundos pula pra 2 minutos. Vou experimentar apenas “hibernar” pra ver como fica.

Alguém tem outra dica de SO pra rodar no bichinho? (Sempre no cartão de memória, porque não vou matar o xandros nativo dele enquanto não tiver algo que boote em menos de 30 segundos). Será que rola recompilar o kernel “no braço” tirando tudo que eu não for usar? Outra coisa que me incomoda é o pulseaudio! Rola desabilitar/desinstalar?

Zé Topete e Dentucinha

Zé Topete e Dentucinha

E por ultimo, vi o filme mais emo da historia da humanidade: Twilight! Minha esposa1 leu os livros e resolveu ver o filme. Enrolamos ainda um pouco, e hoje estávamos sem o que fazer, resolvemos ver. Segundo a Anita, o Edward é bonito, mas o filme é um lixo! É arrastado, lento, com péssimas atuações e um elenco EMO, um roteiro EMO e uma filmagem EMO que parece que mesmo quando o casal tá no mór love, tá todo mundo triste, prestes a chorar. A ÚNICA cena onde o povo abre um sorriso é quando o Edward apresenta a dentucinha pra família dele (Confesso que a dentucinha também valeria a pena ver num filme de vampiros “de verdade” onde rolasse um pouco mais de putaria, apesar de ter pouca carne!). Enfim, entendi porque a miguxada adorou o filme: é emo até a alma, e emo tá na moda. O vampiro é bonitão e tem cabelinho com um topete meio emo, meio da moda. E a censura é livre, afinal ninguém come ninguém. Aconselho quem for pedófilo a levar sua namorada de 14 anos, ela deve adorar!

Pensando bem, acho que o ambiente “emo” tem mais a ver com os atores serem todos totalmente inexpressivos do que com a intenção de ser emo. É que o filme é tão ruim, que sem querer fizeram algo que agradasse o público aborrecente e irritasse o resto do mundo. E a coitada da dentucinha desperdiçou a carreira dela com esse filme. Se não filmarem as continuações, ela nunca mais vai conseguir um papel decente (e ela era a melhor atriz do filme todo, tirando talvez o índio de cadeiras de rodas que aparece em duas cenas).

notas:
  1. Desculpa de peidorrero! CLARO que eu que queria ver, afinal o Edward é lindooooooooooooooooooooooo
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Requiescat in pace, Gus

November 11, 2008 by Girino Vey · 1 Comment
Filed under: animais, artes, esquisitices, girinadas, news 

 

Gus, o cão mais lindo do mundo.

Gus, o cão mais lindo do mundo.

Gus, o lindo cãozinho da foto acima, campeão de seguidos concursos de beleza, não resistiu a um cancer e veio a falecer neste domingo (dia 9/11/2008). Descanse em Paz, Gus, você que trouxe um pouco mais de alegria ao mundo!

 

(fonte: Folha de São Paulo, imagem BBC)

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Knol, ou uma enxurada de girinadas.

O google lançou o seu complemento/concorrente da wikipédia: knol!

É tudo que um girino pediu a Deus! Nada de fontes, referências, ponto de vista neutro, o escambau aquático! É simplesmente um repositório de conhecimento, QUALQUER UM! Quer lugar melhor pras minhas girinadas? Pois já comecei por lá: escrevi um artiguinho sobre a Lilica Westies, copiei pra lá sem tirar nem por meu tutorial de fractais, e o que eu gastei mais tempo: um artigão, em inglês, introdutório sobre compressão de dados. (Essa foto aí do lado é uma das ilustrações toscas que eu fiz pro artigo ;) ) Quem animar, dê uma olhada:

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Mando chamar a mãe-d’água pra me contar as histórias que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar.

Ou pra cantar essa música, que eu ouvia, e ouvia, e adorava, e agora, depois de velho, que entendo que não é só uma sonoridade e poesia, adoro ainda mais:

No porto de Amsterdã
Os marinheiros cantam
Sonhos que os assombram
Ao largo de Amsterdã.
No porto de Amsterdã
Os marinheiros dormem
Junto com os estandartes
Ao longo das margens mortas
No porto de Amsterdã
Os marinheiros morrem
Cheios de porre e de dramas
Aos primeiros sinais
Mas no porto de Amsterdã
Os marinheiros nascem
Naquele calor espesso
De apatia oceânia

No porto de Amsterdã
Os marinheiros comem
Nas toalhas tão brancas
Onde o peixe escorre
E eles mostram os dentes
Pra morder a fortuna
Pra esconder a Lua
Pra roer os cordames
E o fedor de morua
Chega em meio às fritas
Que os seus dedos convidam
A chegarem mais
Depois se levantam à rir
Quase como um trovão
Fechando a Braguilha
E arrotando então

No porto de Amsterdã
Os marinheiros dançam
Esfregando a pança
Na pança das damas
E eles giram, e dançam
Como astros escarrados
Ao som arregaçado
De um acordeão ranço
E eles torcem a nuca
Pra se ouvirem rir
Até que, de repente
O acordeão chega ao fim
Então de jeito sério
Então de olhar firme
Eles trazem suas batavas
Pr’onde a luz lhes sorri

No porto de Amsterdã
Os marinheiros bebem
E bebem e re-bebem
e bebem ainda mais
Eles bebem à saúde
Das piranhas de Amsterdã
De Hamburgo ou além
Enfim, bebem às damas
Que lhes dão seus corpos firmes
Que lhes entregam suas virtudes
Por uma prata ou um ouro
E quando beberam demais
Se enfiam de nariz no céu
Se assoam nas estrelas
E mijam como eu choro
Nas mulheres infiéis
No porto de Amsterdã
Dans le port d’Amsterdam.1

notas:
  1. Tradução livre da música “Amsterdam“, sucesso de Jacques Brel na década de 1960
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