Teoria Geral das Coincidências 102.

Como sempre, as coincidências vem de onde menos esperamos. Dessa vez foi um email que uma colega de serviço mandou pra todo mundo. Nada de mais, é uma crônica sobre Deus, o universo e tudo mais. Ou sobre como a gente passa vida inteira pra descobrir o que algum filósofo grego e jogador de futebol da seleção do Telê Santana já tinha falado antes: "Só sei que nada sei". (É verdade que o Lula também vive dizendo que não sabia de nada, mas de filósofo ele não tem nada).

Quando cheguei no meio do email, virei minha cadeira e disse pra ela (ela, a colega que mandou o email, que por acaso senta logo atrás de mim):

- Você me mandou esse email porque sabia que ele teria um significado especial pra mim, ou porque mandou pra todo mundo?

- Hein?!?! Significado? Caixa? Escrito frágil[foot]by Kenji.[/foot]?!?!?

- O professor, de quem ele fala na crônica, é meu avô!

- Sério? Pois o autor da crônica é o tio do meu marido, por isso eu repassei!

Já ia falar que dessa vez a coincidência nada tinha a ver com o catalizador anterior, mas lembrei: o caso acontece em frente ao Tip-Top, na R. Espírito Santo... Poucos quarteirões pra baixo do Café Moema, na R. da Bahia, que pertencia ao ramo Moemense da minha família.[foot]Tá, eu forcei um pouco a barra. São quase 6 quarteirões. Mas menos de 10 é "poucos" né? :-D[/foot]