Meu cartão...

O "holding" emiradosarabesunidenses[foot]seja lá como se diz quem vem dos emirados árabes...[/foot] dubai first acaba de lançar o meu novo cartão de crédito:

Que, é claro, vem com um diamante incrustado, e só é acessível a convidados. O Emir de Dubai já me convidou, claro. Ele é mais ou menos que nem OB: Com ele posso reservar jatinhos privativos, participar de festas exclusivas enquanto levam meu cachorro pra cagar no gramado do vizinho. Nenhuma compra, por mais extravagante que seja, me será recusada. E se eu quiser andar a cavalo, ele vem com um serviço exclusivo de "concierge" eqüestre. Isso tudo por meros $2000 USD. Nada mal ein?

link e link (thanks newsweek).

Pesquisas que cairam no meu blog

Como sempre, vigio as estatísticas do site. Hoje achei as seguintes buscas que acabaram apontando pro meu site:

  • como descobrir qual a versão do Pithon do windows; e
  • adestrador em brasilia.

A primeira é fácil de responder: vá em "iniciar", depois em "executar", digite "python.exe" e aperte "enter". A primeira linha na sua tela vai dizer a versão do python.

A segunda, bom, vou falar minha experiência, claro. Se me perguntarem sobre adestradores em Brasília @ wikipedia.org (en), eu respondo: Carlos Souza. É o cara que adestrou a Lilica. A Lilica inclusive andou fazendo shows pra ele um tempo, que nem nesses vídeos aí em baixo. O site dele é:

E essa westiezinha @ wikipedia.org (en) que aparece no colo dele e no folder dele é a Lilica 🙂 Ela ficou inclusive bastante amiga do Glock, o pastor Malinois @ wikipedia.org (en) dele. Pra quem quiser ver, aí vai um vídeo de show dela:

Ele é muito bom tanto pra trabalho com cães grandes para vigia ou trabalho policial, quanto para adestrar cães pequenos em obediência, ou como no caso da Lilica, adestramento pra shows. Ele nunca usou violência nem nenhum método que machucasse a Lilica e eu sempre acompanhei todos os treinamentos. Enfim, recomendo MUITO o trabalho dele. Os cães aprendem rápido e sem nenhum estresse ou violência.

Big Power Goes Local

Pra quem enxergava um futuro de grandes corporações monopolistas da produção de bio combustíveis, essa reportagem da Newsweek pode ser um balde de água fria:

Some energy economists now foresee an "alternative alternative" scenario, in which governments break the hold that fossil-fueled utilities have on the market. (...) There's evidence that this state-sponsored revolution is underway.

Rising fuel costs and climate worries are making businesses and households think a lot harder about how they get their power. Governments are pushing the trend with subsidies and by opening up protected electricity markets that have so far favored the big utilities. (...) In the past few years, more than three dozen countries, including Germany, Spain, Brazil and Indonesia, have created "feed-in tariffs"—guaranteed rates at which public utilities must buy power from wind, sun, waste or biomass from private citizens or local cooperatives.

(from Newsweek)

Será que essa visão de energia gerada localmente e interligada em redes (um, energia 2.0[foot]sim, pra irritar o gazel[/foot], alguém?) de distribuição de escala global para a revenda das "sobras" da produção é uma boa saída pros alarmistas do "aquecimento global"? É uma visão que me agrada. Maior liberdade de escolha, mais controle da produção e consumo em pequena escala, participação direta da população local na produção. Só não vejo como aplicar isso às grandes cidades desordenadas do mundo em desenvolvimento, mas enfim, nada é perfeito 🙂

Será que nosso querido molusco @ wikipedia.org (pt) e seus sucessores vão conseguir enxergar e incentivar essa tendência aqui no bananão? Ou os biocombustíveis vão lhe subir a cabeça?

link.

Mais sonhos...

Dessa vez não são meus...

Minha irmã me ligou ontem pra dizer que sonhou comigo. Acho que ela ficou com inveja do meu sonho com ela de uns tempos atrás e resolveu sonhar comigo e com a Anita. Se eu bem entendi, o sonho dela era mais ou menos assim:

Eu e Anita na Arábia Saudita.

Começa com eu e anita indo morar na Arábia Saudita, e a Maria vindo nos visitar. Na época, uma seca horrível assolava a região[foot] ORLY [/foot], e além de tudo o país sofria ataques terroristas por partes dos, pasmem, JAPONESES! Sim, isso mesmo, aquele povo oriental de olhinhos puxados e sonhos imperiais. Nada de fundamentalistas religiosos nem nada.

Enfim, de alguma maneira que ninguém sabe como, ela chegou pra nos visitar. E fomos levá-la num grupo de excursão para ver uma antiga fortificação árabe que já estava semi destruída, seja pela seca, seja pelas constantes guerras e ataques terroristas. Íamos num grupo de excursão, e o vento soprava cada vez mais forte, a ponto de se tornar perigoso. Ela percebeu que se batesse os braços como se fossem asas conseguia sair do chão um pouco, e logo voltar. Apesar dos conselhos do nosso guia de não fazer isso, ela insistiu. E de tanto bater asinhas e sair do chão, acabou alçando vôo e se perdendo. Ela foi na direção da fortificação, onde havia um enorme buraco causado pelos ataques terroristas, e ali um guarda conseguiu segurá-la.

Nesse mesmo momento um ataque do exército japonês se volta contra nosso grupo de excursão: um dos turistas conosco era na verdade uma espiã japonesa, e o ataque era para capturá-la. Não sei que fim levou a estória toda porque ela acordou. Mas que foi bem mais estranho do que entrar pra legião estrangeira, isso foi!